Você foi selecionada para o Serviço Militar Inicial Voluntário Feminino e não sabe o que fazer agora? Já conferiu o local e a data em que precisa se apresentar? E entende o que acontece nessa etapa decisiva antes da incorporação?
Confira a seguir o que muda nesta fase final do processo e quais são os próximos passos para as candidatas.
Selecionadas do serviço militar feminino devem ficar atentas
Mulheres de 18 anos, de todo o país, selecionadas para o Serviço Militar Inicial Voluntário Feminino 2025, devem comparecer até esta sexta-feira, dia 20, para a realização da chamada seleção complementar.
Esta é a quarta e última etapa antes da entrada oficial das candidatas na vida militar.
Cada selecionada deve acompanhar atentamente as informações disponíveis no site oficial do alistamento, acessado por meio da plataforma Gov.br, onde constam data, horário e local exatos da unidade militar em que deverá se apresentar.
Número de vagas e distribuição
Para o ciclo mais recente do programa, estão previstas 1.467 vagas destinadas a mulheres voluntárias, distribuídas da seguinte forma:
- 157 vagas na Marinha
- 1.010 vagas no Exército
- 300 vagas na Força Aérea
As oportunidades estão espalhadas por 51 municípios, contemplando unidades militares em 13 estados, além do Distrito Federal.
Incorporação e vínculo militar
Assim como ocorre com os homens, não há estabilidade no serviço militar para mulheres incorporadas por meio do alistamento. Em 2026, a incorporação das militares acontecerá em dois períodos distintos:
- De 2 a 6 de março
- De 3 a 7 de agosto
Na Marinha do Brasil, as incorporadas ingressarão como marinheiro-recruta. Já no Exército Brasileiro e na Força Aérea Brasileira, o ingresso ocorre no posto de soldado, com os mesmos direitos e deveres aplicados aos homens.

O que acontece na seleção complementar
Na unidade indicada, as candidatas passam por avaliações consideradas básicas para a formação militar. O processo inclui exames clínicos, entrevistas complementares e análise do preparo físico, etapas fundamentais para confirmar a aptidão ao serviço.
Essa fase é eliminatória e antecede diretamente a incorporação. O modelo marca a segunda vez na história em que mulheres podem ingressar como recrutas voluntárias na base das Forças Armadas, e não apenas por concursos de nível técnico ou superior.
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